Terça-feira, Abril 18, 2006

Mudança..

A Insónia mudou de casa, devido a vários atrofios com este servidor (desde não aceitar comentários a não conseguir por posts e fotos) agora está em:

http://spaces.msn.com/cliche-cala-te/

Estão todos convidados a aparecer e tomar um copo nas noites de insónia mais prufunda, ou então quando quiserem...

[adeus](té jaZz..]

Sábado, Março 25, 2006

Aqui estou.. Sempre ofuscado, ofuscado por uma luz mais forte que a minha... seja pessoa, droga ou alcool, é sempre mais bela, não genuina mas mais forte... sou O nada.. [ja nada consigo fazer por ti, ama, não ignores, ama...]

Acabou...

Entre o ser e o não ser, aqui estou... Ofuscado por uma luz, sempre, ofuscado por uma luz mais forte.. Não sei mais o que fazer... [dorme e pensa que um dia amar vai ser bom...].

Quinta-feira, Março 23, 2006

A arte de [contradizer] ser...

Quem vive ao lado?


Escrever não dá trabalho, pensar, custa existir. Enquanto ando e não ando, vejo e penso que sinto. Sobressai esta vontade de fazer nada. Existir apenas, como se de um espectador se tratasse. Como se o mundo ardesse numa só chama e no encontro estariamos apenas nós. Isto não é amor, nem vida é! Não estou apaixonado, isso é para quem ainda sente algo. Eu já não sinto, apenas estou. Estou p'ra aqui a divagar,acto comum. De que vale estar contigo, quando no final a cama de vazio se enche?! Quando um dia se torna em apenas mais um dia e a desilusão uma consatante da realidade.. Enquanto o real não sobressair da fantasia vivo um dia como outro, para não pensar que o irreal é a realidade. Ser ilusório e de paixões impossiveis.. E enquanto escrevo perdi a noção da realidade em mim. [Tenho que arranjar uma temática nova...]

Sexta-feira, Março 17, 2006

E agora é que foi!

Muito Melhor

Sinto-me muito melhor
Já nem sei bem quem eu sou
Mas eu não consigo evitar.
Ou é do dia,
Ou é das drogas,
Mas o momento em que te afogas
Foi feito para deixares de ser estúpido
Que culpa não interessa a ninguém.
Temos tanto para perder
Tanto quanto para ganhar

Sinto-me muito melhor
Já nem sei bem que eu sou
Mas eu não consigo evitar
Querer.

[ManelCruz]

... (reticências) [cliché]...


Há já algum tempo, [pois... precisavas de alcool] sou igual a ti... Esquecido, condenado a sê-lo. [olha para o que hoje fizeste] vivo em paz, liberto demónios.. [dorme](cala-te)...

Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006

Dor & Sofrimento

"A partir do aspecto afectivo e motivacional pelo qual a dor é caracterizável como uma emoção negativa, percepção do sofrimento, por vezes desejo de fuga (e mesmo de fim), ela vem a ser relevante sob um ponto de vista teórico não apenas para o neurofisiologista e o biólogo, mas também para psicólogos, etnólogos, teólogos, e, em geral, para um ponto de vista antropológico, na medida em que conjuntamente com o prazer é uma das forças maiores que moldam o comportamento humano. Que a dor possa ser também usada, representada ou administrada, na arte e na história é mais uma vertente do problema."


em:

http://www.letras.up.pt/df/if/gfmc/dor_sofrimento.html

Quarta-feira, Fevereiro 22, 2006

Poesia de quem se sente só....

Sábado, Fevereiro 11, 2006

Epá.. Não sei..


Não sei nem percebo... Estas letras que aqui coloquei parecem que sou eu... Como dizer [diz de uma vez, também ninguém dá importancia aquilo que dizes], tá bem.. o Deixa-me rir, bem... é algo que eu quero à já muito dizer a várias pessoas.. [quem não sabe, não inventa] quem nunca provou o fruto... que não o critique, nem me venha com pancas estranhas... [ou se ama, ou...] A anedota.. Bem.. Isso sou mesmo eu... "Se eu durmo só com uma, às vezes sonho com mais de mil" [devias dormir com mil e sonhar com uma]. Não sei, não percebo..

Anedota

Não te lembras de nada melhor
Um pequeno gesto pra fugir do pavor
Eu dava tudo para não saber
E agora que o sabemos, como vamos fazer?
Podemos sempre continuar a fugir
Eu cheguei aqui já isto estava a cair
Não te lembras de nada melhor
Um pequeno gesto pra fugir do pavor

Esta manhã eu senti-me tão só
Na minha vida com um nada aberto a mim
Perdido em pensamentos como cassetes
Que não me canso, nunca de ouvir
Conheço bem o tédio fujo dele desde qu'eu nasci
E quase me apetece chorar
Da anedota que é ser
Mas tem piada saber
Que eu vivo para a contar

Não te lembras de nada melhor
Um pequeno gesto pra fugir do pavor
Eu dava tudo para não saber
E agora que o sabemos como vamos fazer
Podemos sempre continuar a fugir
Eu cheguei aqui já isto estava a cair

Na outra manhã eu senti-me pior ainda
Na minha vida com um nada aberto em todos nós
Perdi-me em bons momentos como disquetes
Qu'eu nunca mais fui capaz de abrir
Conheço bem o tédio fujo dele desde qu'eu nasci
E quase me apetece chorar
Da anedota que é ser
Mas tem piada saber
Que eu vivo para a contar

Açúcar, tu para mim não és mais do que açúcar
E eu queria tanto estar contigo
Podia até ser por baixo de ti
A minha vida vai ficando mais curta
E o meu desejo está sempre a mudar
É isso que eu sou
Se eu durmo só com uma, às vezes sonho com mais de mil

Eu amo-a mas preciso saber porquê
Eu amo mas preciso saber porquê
Eu amo mas preciso saber porquê
Eu amo-a…
A minha vida vai ficando mais curta
E o meu desejo está sempre a mudar
Acorda mulher, acorda mulher

Acorda mulher que ele está a cantar no teu rádio
E sonha mulher que ele quer sonhar a teu lado

Acorda mulher que ele está a cantar no teu rádio
E sonha mulher que ele quer sonhar a teu lado

[SuperNada]

Terça-feira, Fevereiro 07, 2006

Deixa-me Rir...

Deixa-me rir
Essa história não é tua
Falas da festa, do Sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não é teu o que queres vender

Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor

Pois é , pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira

Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso

Deixa-me rir
Ou então deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre só por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a máscara sufocante

Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira

[JorgePalma]

Porque me deu na gana..

Quarta-feira, Fevereiro 01, 2006

Chateado com o Mundo...


Estou chateado com o mundo! [tás, tás...] Tou mesmo, bolas, parece que o culpado de tudo sou eu... [se calhar até és..] Tá bem, até tens a tua razão, andei quase dois anos a fazer merda e agora tou a pagar por isso. Estou condenado a ficar só.. [não estás nada.. que paranoia essa..] Ontem tive que fugir, feito cobarde, queria rebentar, mas o meu respeito por alguns não deixou que eu dissesse o quer que seja. Por isso fugi. Vague-ei um pouco sozinho, arranjei companhia, a companhia de sempre, pintou aquele carinho, a musica a fluir, as discuções acesas, o decidir de amor ou morrer, o que fica melhor, Dó Maior de sétima, põe a nona, não! Isso é demasiado Eu! [parece que ficaste melhor] Não! Achas?! Até fiquei, por momentos, o mundo era belo, o colo era quente [raios te partam mais isso], a musica soava a musica, o alcool não passava de isso, alcool e acarinharam-me, trataram-me bem.
Só tenho pena de uma coisa, não é de mim não [mas devias] é que me digam que uso mascaras e me escondo por tráz delas, é verdade, é sim senhor. Mas também verdade é que quem me conhece realmente, consegue ver para lá delas e que estas não passam de formas de camuflar toda a tristeza que tenho comigo, por favor peço, não me digam isto, principalmente quando não se dão a conhecer, não deixam, quando as pessoas fazem, tal como eu, quando se fecham naquele pequeno mundo em que só eles e eles só podem sofrer. O que dá asas a um poema vazio, sou eu e mais ninguém, e partilho e dedico de forma a que as mascaras sejam cada vez mais tenues. [existe dor em mim]. Sou um ser solitário no meio da multidão, tenho um gato que todas as noites me diz boa noite e sim, gosto de setas da forma como elas são.


Desculpas a quem não aceitar isto. Bj d'Alma a quem me ama...

Quinta-feira, Janeiro 26, 2006

Poema Vazio

Renasce tristeza, da tristeza que renasce em mim.
[maldita lua sai daqui]
Onde era escuro agora de negro se orna.
[enquanto nada passa, passas tu]
Não me desprendo da vergonha.
[rebenta luz por todo o lado]
Que raiva quere-las todas
[limita-me os passos, raiva]
Mas não altera a luz em ti
[deixai ilumina-la, sentir]
O calor, como se sol fosse
[ver luz]
Vem dormir cá...



Para ti... Amigo Gonçalo....

Quinta-feira, Janeiro 19, 2006


Peço desculpa neste momento pelo lapso que tem passado por aqui... Esta merda tá a tornar-se num poço de lamechice, há aqui qualquer coisa mal (tinhas razão, volto aqui mas não a chorar)! Ah! Não penses nisso!
Houve aqui um engano. Alto lá, vamos lá chamar os bois pelos nomes, chega lá de identificação, procura e o caralh afins.. Acho que já tenho dados e factos suficientes para reflectir sobre.. Tou perdido, facto, só faço merda, dado adquirido.
E agora?! Fodasse, o que faltava aqui era um ré! Epá, foram as putas! Que ar de falhado.. o que terá passado pela cabeça, já devias saber, a mãe sempre disse metes-te com cachopos, sais cagado, bolas.. Será que ninguém me dá um saco de plástico? Raios pó senhor, sempre com razão.
E há melodias que não me saem da cabeça.. Vou dormir! [Fiquem bem]

----> Gosto de setas...

Segunda-feira, Janeiro 16, 2006

Já é tarde...

Agora que já é mais tarde já posso falar... Sem medo... Vou-me deixar ir, levar por encantos, deixar enfeitiçar [ainda te vais arrepender]. Arrepender porquê? Que tenho a perder? Nada, o quê? O colo de quem não me o quer dar? Ou a demencia de olhar para a lua e saber que nunca vou conseguir... Ou não me irá deixar.. Agora sim, agora penso que vale a a pena arriscar, sem medo, que se foda, quando cair é de vez, mas sem medo de cair [já pareces um homenzinho] quero aquele colo quente, uma vez lá e já não quero voltar, encaixa, cheira a amêndoas doces.. [ai! tu e os cheiros, cuidado] Não sei, foi sem querer e parecia que já o era à anos [como é estranho ver nosso amor mudar]. Só tenho cereais para comer - mas não tenho fome - é para amanha de manhã... E ai caí. [vai ser giro, dou-te três dias para vires chorar a meu ombro]. E que venha, vais tar ai, eu sei. Deixa-me ir.. Vou largar os fantasmas, abrir o hades do meu corpo e vou liberta-los, que vão para o inferno. Já não tento, agora faço (obrigado amigo de sempre). Tem tudo o que eu gosto [e o que gostas tu?] penso que gosto, aliás sempre gostei, tu viste tu conheçes, nesse dia sais-te um pouco a rua e se não fosses tu eu não tinha ido [eu sei, eu sei] disses-te que me ias ajudar e ajudas-te, aconteça o que acontecer, venha o que vier, agora não tenho medo, desabrochei finalmente, e vou deixar entrar e em mim e acima de tudo aproveitar em quanto poder [obrigado].

Ao inicio de um novo ciclo. Bj D'alma...

Quinta-feira, Janeiro 12, 2006

Mais tarde.....


Poix... e agr.. fizeste merda n foi?! - não fiz... - fizes-te, foste la, tocas-te o fruto e agora não queres mais nada.. - Mas... tou só, tambem preciso de carinho, daquele colo quente... - lá tás tu, tanta força, tanto medo e agora deixas ir? vais la e esqueçes o que querias, ou já não queres? - não sei... mais tarde digo-te...

Marta [OrnatosVioleta]

Marta não quer chorar
Guarda nela sem ter razão
As negras ondas do mar
Tentem ver no cordão
Que vos une à razão
Quão pior é morrer devagar

Marta não quer chorar
Mas seus olhos vertem a dor
De morrer para não matar
É que a vida são
Canções de épicos refrões
Que farão o mar fluir
Só que um dia vão ter de acabar

Está é só mais uma canção
Não lhe fiz um refrão
Porque Marta já está a chorar

Ah, Poisé! Também gosto de canções...

Sexta-feira, Janeiro 06, 2006

Explicação..


O conteudo deste blog diz respeito às minhas demencias e pensamentos de lua nova, fantasiado ou não, é algo que partilho convosco numa forma de melhor aceitação de vossa parte para com a minha atitude, por vezes, exuberante, irritante e até arrogante. Não quero magoar sentimentos nem baralhar cabeças (pa isso tou cá eu). Os textos na primeira pessoa derivam do estado de limbo em que me encontro e duma procura de identidade, de minha parte é claro. Peço desde já desculpa a quem se possa sentir atingido ou ofendido mas este blog também serve pa fazer pensar e reflectir sobre o que desejamos. Meu amor é azul e diz-me Lá menor de nona quando me sinto mais só.

Bj d'Alma

Vozes...

Ontem dormis-te cá... não foi comigo, pois não... mas havia algo estranho no ar... um perfume, que conheço e não vejo... é um sentimento que não consigo reconhecer... (que triste estou comigo) [cala-te]. Queria ir-te aconchegar a roupa, mas não fui. Queria dizer aquilo que sei, mas não disse. Queria tanta merda, que não fiz nada (mais uma vez...) [cala-te!]. Têm sido dias diferentes... O sol nas costas, o agradável café em hora critica, o alcool, ai o alcool... [cala-te] os despiques culinários, o pato, e as conversas ambiguas (acho que tou a pisar ramo verde) [cala-te!!].
Entretanho-me a pensar nestas merdas, o que poderia vir a ser (ai o que poderia ser..) [cala-te! já disse!]. Já te disse que gosto da tua nuca? unf.. Não, não disse... Mas é bom conhecer as pessoas aos poucos... Eu sei jogar este jogo... O que chateia é que sei joga-lo bem de mais.. [cala-te, tou farto de coisas lamechas] Tou com medo, e se me deixo ir e prendo? E se volto a depressão outra vez... [cala-te, não sabes o que dizes, perde o medo e arrisca] Não quero, tou magoado estas merdas doem ha já muito, parece que não sabes... [cala-te, sei sim, acho que te estas a esquecer de algo] Mas a esquecer o que?! Tenho medo, sim tenho medo, está demasiada fantasia dentro de mim, ainda continuo encantado, há fantasmas que vivem num purgatório eterno em mim [cala-te, vai lá.. então quem és tu?! olha bem onde já foste e já tiveste.. queres lá voltar?] Não... Não quero. Mas... [cala-te, que lugar comum tao chato, mas, mas,.. mas o quê? continuas a esquecer quem sou e a ignorar-me...?] sim ignoro, és parte de mim de eu de ti, afinal somos a mesma pessoa... Vivemos dentro deste mesmo corpo e temos os mesmos desejos, mas... A marca é funda e arriscar é o principo de meu fim. [cala-te, vais conseguir... eu ajudo].
Ontem dormiste cá...